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3  Óscares Rádio
23/02/2010 - 10h57 - Despiste de ambulância de Lagares da Beira faz três feridos

Uma ambulância de Lagares da Beira despistou-se ao início da manhã desta terça-feira no Itinerário Complementar (IC) 12, em Rojão Grande, Santa Comba Dão, provocando três feridos, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro. A mesma fonte explicou à Lusa que do despiste, ocorrido perto das 7h00, resultaram ferimentos graves no condutor da ambulância e no doente que transportava e ferimentos ligeiros no acompanhante deste. Todos foram transportados para os Hospitais da Universidade de Coimbra. Cerca de duas horas depois, o IC 12 encontrava-se cortado para remoção da viatura. A Rádio Boa Nova,  actualiza esta informação no bloco informativo das 12h00, com o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Lagares da Beira, António Pinto.

22/02/2010  18h30 - Balanço positivo o da reunião de investidores, município e com ministro economia sobre a HBC

O vice-presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, diz que o balanço da reunião realizada, na passada sexta-feira, com o ministro da Economia, foi positivo. O vereador, juntamente com empresários interessados em viabilizarem a fábrica de confecções HBC, reuniram com o ministro, membros da Segurança Social e IAPMEI, no sentido de encontrarem uma solução para a empresa que está em processo de insolvência. O autarca adianta que todos mostraram abertura para que seja possível a viabilização da empresa. Depois desta reunião, abrem-se novas expectativas na possibilidade de reabertura  e possível Viabilização da HBC. Para já, os investidores estão interessados em viabilizar a empresa de confecções podendo criar (ou manter), entre 100 a 120 postos de trabalho.

24/02/2010 - 16h47 - CCAM: Lista A desmente comunicado lido na Boa Nova pelo actual Presidente

Carlos Oliveira, em entrevista que passará no noticiário das 18 horas, critica o comunicado lido na Boa Nova pelo Presidente da Direcção da CCAM e actual cabeça da lista B. O agora candidato pela lista A e actual coordenador geral diz não entender porque fazem referência a que apenas está contra a fusão por "razões de interesse pessoal", esclarecendo no seu blog http://deeparaoliveira.blogspot.com/ que "como pode alguém dizer que me moviam razões de interesse pessoal quando eu propus que ficasse de fora desde que isso fosse em benefício da CCAM de Oliveira do Hospital que seria extinta, dos seus funcionários e consequentemente dos seus clientes e cooperantes?". Insistindo na tese de que houve efectivamente um pedido de intervenção para a Caixa Central subscrita por dois membros da Lista B, refere na entrevista que os demais elementos dos orgãos sociais pediram para ter conhecimento dessa carta, o que eles recusaram. Refere que em momento algum quebrou o sigilo a que está obrigado mas que entende, juntamente com os demais membros da lista A, que deveria trazer, para que decidam, aos cerca de 3680 cooperantes, as razões das suas divergências, pelo que discorda da Lista B, que no seu comunicado disse estar a ser prestado um mau serviço à Instituição. As eleições decorrem durante o horário de expediente nos 4 balcões, nomeadamente em Avô, Ervedal da Beira, Vendas de Galizes e no edifício sede em Oliveira do Hospital. Os quase 4 mil cooperantes poderão ainda exercer o direito ao voto na Assembleia Geral marcada para o escrutínio nesta sexta-feira, entre as 20 e as 22 horas.

22/02/2010 - 11h41 - Tábua Góis e Oliveira do Hospital  poderão ficar sem SAP

Voltaram os protestos por causa do encerramento dos Serviço de Atendimento Permanente (SAP) nos Centros de Saúde. No distrito de Coimbra apenas funcionam actualmente os SAP nos Centros de Saúde de Tábua, Góis, Oliveira do Hospital e Pampilhosa da Serra. Está previsto que, exceptuando Pampilhosa da Serra, os SAP dos outros concelhos também possam vir a ser encerrados. É praticamente certo que o SAP do Centro de Saúde de Tábua possa fechar em breve. Utentes do Centro de Saúde de Tábua não aceitam ficar privados do serviço de urgências durante a noite, tendo realizado uma vigília de protesto na passada sexta-feira à noite, que juntou algumas centenas de pessoas. Um movimento de utentes daquele Centro de Saúde organizou a acção de luta para que os cuidados básicos de saúde não sejam vistos apenas como “uma despesa”, mas antes como “um direito”. Rita Costa, do movimento de utentes diz que a população tabuense não quer passar a deslocar-se para o Serviço de Urgência Básica de Arganil. Critica ainda o facto de que cada pessoa seja obrigada a pagar 8, 40 euros em Arganil, onde “não existem serviços de especialidade, nem lugares de estacionamento, nem acessos em condições”, sublinhando que o encerramento “afectará particularmente os mais idosos e desfavorecidos com dificuldades de deslocação”. Fonte da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) já confirmou que o fecho do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) poderá ocorrer “em breve”. A mesma fonte garantiu, no entanto, que serão criadas alternativas que passam pela instalação no Centro de Saúde do regime de consulta aberta que atende, na mesma, situações de doença súbita no período entre as 8H00 e as 22H00. Depois desse período a população do concelho tabuense deverá ligar para o 112 ou a Linha Saúde 24. “Os Centros de Saúde nunca atenderam urgências na verdadeira acessão da palavra”, esclareceu.

22/02/2010 - 9:45 - Já à venda o DVD "Os Últimos Moinhos" de Luís Silva.

Já se encontra à venda o DVD do documentário "Os Últimos Moínhos" rodado nos Concelhos de Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Viseu, Penacova e Belver no Alentejo. Este documentário premiado com uma Menção Honrosa pelo Júri da Lusofonia no Festival Cine´Eco 2009 e da responsabilidade do realizador Luís Silva, pode ser adquirido pelo preço de 10 euros em diversos locais da região e concelho onde rodaram as gravações, nomeadamente em Oliveira do Hospital na Foto Correia. Segundo a sinopse "neste filme podemos ouvir depoimentos de gente que desde sempre estiveram ligados aos moinhos de uma forma familiar e profissional, bem como podemos verificar como algumas pessoas se dedicam a manter viva esta profissão através da construção de réplicas de moinhos ou através da sua transformação em museus e mesmo em habitações de turismo rural". Este é um documentário que a Boa Nova recomenda a ser visto.

21/02/2010 - 17:50 - Eleições para o Crédito Agrícola - Lista B repudia "atitudes e insinuações" feitas pela Lista A.

Em Nota de Imprensa enviada esta tarde a esta redacção, a Lista B candidata às eleições para os Órgão Sociais do Crédito Agrícola de Oliveira do Hospital a realizar no próximo dia 26 de Fevereiro, repudiam o que chamam de “insinuações e atitudes” que a Lista A tem vindo ultimamente a tomar e divulgado nos órgãos de comunicação social. Refere o comunicado que "o percurso já feito na Caixa ao longo de muitos anos por parte de alguns dos elementos integrantes da Lista B – e não é por acaso que os mesmos são coincidentes com o período em que a instituição se afirmou solidamente no mercado, tanto ao nível das instalações, como em relação a todos os indicadores financeiros – tal como o curriculum dos restantes nas suas mais diversas actividades, são a garantia bastante de que protagonizamos o único projecto credível nesta disputa eleitoral. E são também a garantia de que os argumentos caluniosos e insidiosos, que têm sustentado a campanha da lista adversária, não têm qualquer fundamento e, definitivamente, não são bem vindos a esta disputa eleitoral”. Os elementos da Lista B, que na nota de imprensa não vêm identificados, contestam o que, segundo eles, tem vindo a público, visando o candidato Carlos Oliveira, questionando "quem pode levar a sério aqueles que insinuam que pretendemos entregar a nossa Caixa a Arganil? O que é sério é dizer que esteve em ponderação uma proposta de fusão com outra instituição vizinha, que contou com participação permanente e a concordância do nosso principal adversário, mas contra a qual está agora, única e exclusivamente por razões de interesse pessoal ligadas ao cargo que tem desempenhado. O que é sério é dizer também que qualquer proposta desta ou doutra natureza teria necessariamente de ser submetida a apreciação e votação de todos os cooperantes em Assembleia Geral.” Quem pode sequer considerar a hipótese de que pretendíamos fechar os balcões de Avô e Vendas de Galizes? Só mesmo quem queira fazer disso um argumento indecoroso de campanha e julgue os eleitores como mentalmente desprovidos" Também o actual Presidente da Assembleia Geral Dr. António Vaz Patto é criticado pela Lista B, referindo que " não podemos deixar também de lamentar que da parte do actual Presidente da Assembleia Geral e candidato ao mesmo cargo na lista adversária, que tem competências legais e estatutárias concretas nesse sentido, não tenha havido a preocupação de conter este processo eleitoral dentro dos limites de uma conduta não censurável, não obstante as nossas insistências nesse sentido". Os signatários da Lista B dizem ainda que "pela nossa parte, continuaremos a pautar a nossa acção por princípios de respeito pela diferença de opiniões, de propostas e de ideias e a pôr acima de quaisquer outros os interesses da instituição e dos seus cooperantes”. Num tom crítico ao facto da lista opositora ter incluído a imprensa como veículo para chegar aos cooperantes, considerando essa “exposição pública o pior serviço que alguém alguma vez prestou a esta instituição”. Nesta nota enviada à imprensa não são esclarecidos alguns pontos em que a Lista A justificou para se apresentar a votos, nomeadamente diferenças no que diz respeito à negociação da fusão e também, se foi ou não solicitada a intervenção da Caixa Central pelos actuais Presidentes da Direcção e do Conselho Fiscal, agora candidatos ao Conselho de Administração pela lista B.

18/02/2010 - 13h23 - Trabalhadores da HBC avisam que não vão baixar os braços  

Os 160 trabalhadores da HBC estão a ficar fartos de esperar por uma luz ao fundo do túnel para a viabilização da empresa. A fábrica de confecções de Oliveira do Hospital está fechada desde Abril do ano passado e os trabalhadores estão com os contratos suspensos há espera que o administrador da insolvência decida o que fazer com a empresa. Fátima Carvalho do Sindicato dos Têxteis do Centro reuniu ontem à tarde com os trabalhadores para os informar sobre as demarches que tem feito, juntamente com o presidente da Câmara oliveirense, no sentido de ser encontrada ou não a viabilidade da empresa. “Ao longo deste quase um ano, em que as pessoas já estão um bocado cansadas, já houveram propostas, algumas que caíram na altura das eleições autárquicas, mas após as eleições morreram”, referiu em declarações aos jornalistas. Revelando que existe agora “há uma luz ao fundo do túnel” que passa por um possível investidor para “pegar na empresa”. O presidente da autarquia, José Carlos Alexandrino revelou, anteontem, que vai ter uma reunião com o ministro da Economia, hoje, em Lisboa, no sentido de conseguir que a fábrica possa reabrir. “Conseguimos com um trabalho de sapa, arranjar interessados credíveis, para resolver este problema”, sublinhou, adiantando que caso consigam ultrapassar algumas questões burocráticas, a nova empresa deverá criar, numa primeira fase, entre 100 a 120 postos de trabalho. A sindicalista diz que ainda não conhece as propostas que o investidor tem para a empresa, e que ontem o plenário votou favoravelmente a viabilidade da empresa. No entanto, deixam um aviso: “Da parte dos trabalhadores e do poder local há uma unidade, no sentido de se encontrar uma solução para a empresa, esperamos que o governo central amanhã (hoje) não emperrem este processo”, porque se isso acontecer “estes trabalhadores não estão dispostos a baixar os braços”.Deixa claro que os trabalhadores “irão lutar até às últimas consequências pela continuidade do seu posto de trabalho”.

18/02/2010 - Eleições no Crédito Agrícola - Lista A  apresentou-se em conferência de imprensa.

“CCAM de e para Oliveira” – foi sob este lema que se apresentou a Lista A concorrente aos órgãos sociais daquela Instituição criada em 1986 no concelho de Oliveira do Hospital. Frisando não os mover serem contra pessoas mas sim a defesa de ideais que passam pela máxima de que a “Caixa pertence aos associados”, o Dr. Carlos Oliveira, candidato a presidente do agora designado Conselho de Administração desde a aprovação em Janeiro do novo regime jurídico, explicou que a lista pretende congregar pessoas “de diversas sensibilidades, formação e experiência que querem pôr ao serviço da actividade bancária e seguradora de proximidade como pilar no concelho, para o apoio às actividades Agro-Pecuária, Industrial e Comercial sem descurar o apoio ao associativismo da sociedade civil, da cultura, desporto e Acção Social”. Segundo ele, daí “ter sido motivante conseguir juntar nesta lista o sócio fundador nº. 1 assim como o sócio 3684, o mais recente da Caixa, o que prova que é uma lista transversal, tendo as bases assim como gente jovem, técnicos com provas dadas, que acalentam a razão de ser pela qual foi criada em Oliveira do Hospital uma Instituição Bancária, pretendendo mantê-la com o centro de decisão em Oliveira do Hospital”. Os presentes referiram ainda que na referida Assembleia de aprovação de estatutos foi evidente o “confronto de maneiras de estar e entender” que levaram à cisão dos actuais órgãos sociais e que a criação desta lista resulta de se terem afastado inequivocamente das tomadas de posição assumidas por elementos que estão na lista concorrente. Presentes a totalidade dos membros candidatos, manifestaram o seu desagrado pela atitude do ainda Presidente e candidato da lista concorrente ter indeferido a pretensão da conferência de imprensa ser no edifício da CCAM, facto comunicado só ao final da tarde quando o pedido deu entrada na passada sexta-feira. “A Caixa é dos sócios e não dos seus directores, não se adquire por usucapião. Que local melhor para discutir o futuro da Caixa do que a própria instituição, que reúne condições para receber, entre outros, a imprensa?”, adiantou o advogado Rui Monteiro, não candidato mas actualmente membro da Mesa da Assembleia Geral, que estava também presente – “é uma falta para com a imprensa, com os candidatos e com os associados em geral – não me revejo neste estado de coisas”. À pergunta da jornalista Margarida Prata (Folha do Centro) sobre a possibilidade de fusão com instituição congénere, Carlos Oliveira salientou que a principal questão divergente estava aqui, pois em devido tempo informou, enquanto coordenador geral, não se revia na “fusão que estava em cima da mesa, apressada, que não acautelava os interesses dos clientes, dos associados, dos funcionários mas tão somente dos directores”. “A Caixa é e será sempre dos sócios e estas decisões devem ter sempre presente a sua opinião, recolhida em Assembleia Geral” – explica assim o interesse de levar à imprensa aquilo que são as premissas da Lista A – “os sócios devem expressar-se e isso começa já no dia 26; da nossa parte tudo faremos para explicar a razão de ser da nossa candidatura, seja por contacto com as pessoas, seja em sessões como a de hoje seja pelas novas tecnologias como a internet onde estamos no blog http://deeparaoliveira.blogspot.com/“.

18/02/2010 - 17h27 - ARCIAL inaugurou no Centro de Actividades Ocupacionais

A ARCIAL (Associação para a Recuperação de Crianças Inadaptadas de Oliveira do Hospital) inaugurou, ontem, o seu novo Centro de Actividades Ocupacionais (CAO). A cerimónia deveria contar com a presença da secretária de estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, mas, à última hora, alegando questões pessoais, a governante não veio e mandou a representa-la o presidente do Instituto de Segurança Social, Edmundo Martinho. O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital não gostou da atitude do governo. Recorde-se que o DIÁRIO AS BEIRAS já tinha avançado que, inicialmente, era o próprio primeiro-ministro que teve agendado a deslocação a Oliveira para esta cerimónia. “Lamento que o governo não se tenha feito representar, não através de um secretário de estado, mas através de um ministro, para conhecer a realidade do concelho e podermos alertar para alguns problemas”, afirmou no seu discurso, José Carlos Alexandrino. O autarca eleito pelo PS aproveitou ainda para “malhar” mais uma vez no adiamento da construção do IC6, 7 e 37. “O combate ao desemprego no nosso concelho passa também pelas acessibilidades, por isso continuaremos a reivindicar a justiça de termos direito aos IC que nos foram prometidos”, frisou. Deixando claro que “esta região está visivelmente encravada em termos de acessos” e que actualmente “nenhuma região do país tem tanta falta de estradas dignas desse nome como Oliveira do Hospital e a região da Beira Serra”. Aproveitou também para pedir apoio do presidente da Segurança Social para resolver o problema da empresa de confecções HBC. Alexandrino revelou que esta sexta-feira vai ter uma reunião com o ministro da Economia no sentido de conseguir que a fábrica possa reabrir. “Conseguimos com um trabalho de sapa, arranjar interessados credíveis, para resolver este problema”, sublinhou, adiantando que caso consigam ultrapassar algumas questões burocráticas a nova empresa deverá criar numa primeira fase entre 100 a 120 postos de trabalho. O presidente da direcção da ARCIAL, Arménio Rodrigues, agradeceu a todos aqueles que contribuíram para a concretização desta obra, considerando que a cerimónia que estavam a viver “é um dos momentos mais importantes para a ARCIAL”. Por seu lado, o presidente do Instituto de Segurança Social reconheceu que ainda há muito a fazer quanto às pessoas portadoras de deficiência. Edmundo Martinho, no entanto, puxou a “brasa à sua sardinha”, sustentando que o governo socialista tem tentado alterar esta situação, dando como exemplo a criação do programa PARES que já teve um investimento de parcerias entre governo, autarquias e IPSS de cerca de 500 milhões de euros. A ARCIAL é frequentada actualmente por 50 utentes na valência de CAO, 30 em formação profissional e 11 pessoas na empresa de inserção.

15/02/2010 - Município de Oliveira do Hospital cria Gabinete de Crise para acompanhamento do desemprego no concelho.

Oliveira do Hospital atinge neste momento, o dobro do desemprego da média nacional, e essa é uma preocupação do Município, que para acompanhar esta crise de emprego, criou um gabinete de acompanhamento. O Presidente da Câmara Municipal, José Carlos Alexandrino, diz estar atento, "mas, é também necessário que seja efectuada uma maior diversificação nas actividades económicas do concelho, passando  por outras áreas como, a floresta, energias e inovação". O concelho de Oliveira do Hospital conta nesta altura com mais de mil e trezentos desempregado inscritos no IEFP. A última empresa têxtil que recentemente pediu a insolvência foi a Fabriconfex, colocando cerca de mais de 160 trabalhadores no desemprego. (vídeo/RTP)

10/02/2010 - 12h50 - Autarcas da Serra da Estrela pedem audiência ao Governo

Cerca de 30 autarcas da zona da Serra da Estrela vão pedir uma audiência ao ministro das Obras Públicas para clarificar «o abandono das novas estradas que pode levar a região à morte», disse à Lusa um dos presidentes de Câmara. O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, anunciou na segunda-feira que o Governo vai suspender o lançamento de novas concessões rodoviárias que estavam previstas no Orçamento do Estado. Entre elas está a concessão da Serra da Estrela, com construção do IC 6 (entre Tábua e Covilhã), IC 7 (entre Oliveira do Hospital e Fornos de Algodres, na A 25) e o IC 37 (entre Viseu e Seia), num total de cerca de 150 quilómetros. A recolha de assinaturas de autarcas a pedir uma audiência ao ministro ainda está a decorrer «e deve estar concluída esta quarta-feira», refere José Carlos Alexandrino, presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, um dos dinamizadores do movimento. «Achamos o abandono da concessão, uma medida completamente despropositada em relação a uma região que tem sido sempre desprotegida. Estes investimentos já eram precisos há 20 anos, e nós nem falamos em auto-estradas. São estradas que interligam muitas das principais cidades e vilas em distritos com baixas taxas de execução do Plano Rodoviário Nacional e altas taxas de sinistralidade», referiu o autarca.

09/02/2010- 18h40 - O Ciclo de Conferências da Escola Secundária "Inquietudes!..." teve início esta 3ª feira

Foi perante uma plateia numerosa de estudantes que arrancou hoje o Ciclo de Conferências de História Contemporânea, organizada pela Escola Secundária de Oliveira do Hospital. A Dr.ª Margarida Rosa Antunes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra foi a conferencista convidada, apresentando e dissertando sobre o tema "O Nascimento e a afirmação de um novo quadro geopolítico-económico: a ONU, a NATO, a CEE, a CECA e a EURATOM". Este ciclo de palestras vai trazer até nós no próximo dia 23 de Março, o Dr. Mário Soares, para falar de "Portugal do Autoritarismo à Democracia", Depois, no dia 13 de Abril, será a vez da Dr.ª Iva Delgado, filha de Humberto Delgado com o tema "A radicalização das oposições e o sobressalto de 1958". Este ciclo  integra-se no âmbito da leccionação do programa de História A do 12º Ano

04/02/2010 - 12h45 - Apresentação do Projecto CLDS de Oliveira do Hospital

O Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Oliveira do Hospital - TEAR “Trabalhar para Erguer, Ajudar para Realizar”, realiza na próxima segunda-feira, dia 8 de Fevereiro, pelas 15h00, uma conferência de imprensa, para apresentação do Projecto e respectivo plano de Acção. Esta conferência terá lugar nas instalações da Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral, na Sede da Junta de Freguesia de Meruge, sendo esta a entidade responsável pela execução do Projecto. O CLDS de Oliveira do Hospital, designado por TEAR “Trabalhar para Erguer, Ajudar para Realizar”, é dinamizado pela Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral de Meruge, em parceria com o Município de Oliveira do Hospital e com o Instituto de Segurança Social. Com este programa pretende-se promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada, através de acções a executar em parceria, de forma a combater a pobreza e a exclusão social do nosso território. Intervir, de forma integrada, sobre os problemas identificados pelo Diagnóstico Social, com o intuito de adequar a intervenção social à caracterização do território, respondendo às necessidades específicas identificadas. A criação de uma rede dinâmica de parcerias, que assegure as boas práticas e o sucesso das acções do Projecto, sendo fundamental a ligação e a articulação entre todos, para que possamos dar resposta àqueles a quem essas acções se dirigem. Este novo Projecto, que tem a sua essência nos princípios da integração, solidariedade, qualidade e inovação, prevê a actuação em Quatro Eixos de Intervenção obrigatórios, e respectivas acções, enquadradas na realidade de cada território específico. Assim, o CLDS assume como obrigatório a actuação nas seguintes áreas: Emprego, Formação e Qualificação; Intervenção Familiar e Parental; Capacitação da Comunidade e das Instituições e; Informação e Acessibilidades. Para o desenvolvimento das suas acções, o CLDS de Oliveira do Hospital, conta com o apoio de diversas entidades.

04/02/2010 - 12h55 - Autarcas de Coimbra, Castelo Branco, Guarda e Viseu fazem Pedido de Audiência

Os Presidentes das Câmaras Municipais dos distritos de Coimbra, Castelo Branco, Guarda e Viseu, sempre apoiaram o governo na sua decisão de investir muitos milhões de euros em longos estudos que permitissem fazer justiça com uma região que foi abandonada há décadas em termos de investimento público em acessibilidades, através da construção dos itinerários complementares n.º 6 (Coimbra – Covilhã), n.º 7 (IC6 – Oliveira do Hospital – A25 em Fornos de Algodres – Celorico da Beira) e n.º 37 (Viseu – Seia). A opção do Governo de assegurar a coesão territorial com a construção de infra-estruturas rodoviárias que interligam os distritos de Coimbra, Viseu, Guarda e Castelo Branco, criando ligações entre as cidades de Coimbra, Covilhã, Guarda e Viseu, é uma condição absolutamente imprescindível e portanto necessária para dar condições de desenvolvimento para a região. Recorde-se que estes distritos são os que têm mais baixas taxas de execução do Plano Rodoviário e simultaneamente são distritos com altas taxas de sinistralidade. Salienta-se ainda que estas acessibilidades não são auto-estradas, são estradas que ligam e interligam muitas das principais Cidades e Vilas desta região, sendo em muitos casos as únicas estradas dignas desse nome que irão servir essas localidades. Quando comparado com outras regiões, quer a Norte quer a Sul, verifica-se uma situação muito desfavorável a esta região, o que a impede de ser competitiva na atracção de investimento e de oferecer condições de bem-estar e conforto às nossas populações, equivalentes às oferecidas no resto do País. Face a recentes notícias publicadas na imprensa que podem pôr em causa este desígnio, sempre reiterado, prometido e anunciado pelo Governo, não queremos nesta data deixar de transmitir ao Senhor Ministro a nossa solidariedade na luta pela promoção da coesão e na defesa da justiça em termos de investimento público. Assim solicitamos que os representantes destes municípios, que representam uma população de mais de um milhão de habitantes, possam ser recebidos por Vossa excelência, com a maior urgência, por forma a que habilitemos o Ministério com o historial de décadas de estudos e compromissos para que se executem os investimentos que poderão fazer justiça com toda a região do Centro. Este documento foi subscrito pelos autarcas de: Alvaiázere, Ansião, Arganil, Carregal do Sal, Castanheira de Pêra, Celorico da Beira, Coimbra, Covilhã, Figueiró dos Vinhos, Fornos de Algodres, Góis, Gouveia, Guarda, Lousã, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penela, Seia, Tábua, Vila Nova de Poiares e Viseu.

02/02/2010 - 15h20 - Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital indignado com suspensão de IC’s

José Carlos Alexandrino disse, hoje, na reunião do executivo camarário de Oliveira do Hospital, estar” indignado” com a decisão do Governo de suspender a construção dos IC6, 7 e 37. O presidente da Câmara oliveirense promete uma “luta dura” em defesa daquelas vias. Anunciou que irá pedir uma reunião com o ministro das Obras Públicas para debaterem este assunto. O autarca eleito pelo PS revela que os presidentes de câmara dos distritos de Coimbra, Castelo Branco, Guarda e Viseu apoiam a sua posição.



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